Crescimento e qualidade de mudas de Microdesmia rigida (Benth.) Sothers & Prance em resposta à adubação potássica e ao turno de rega
Palavras-chave:
Caatinga, Estresse hídrico, Oiticica, SemiáridoResumo
Esta pesquisa teve como objetivo avaliar os efeitos da deficiência hídrica nos aspectos de crescimento e qualidade das mudas de Microdesmia rigida, bem como a capacidade da adubação potássica em atenuar esses efeitos. O experimento foi realizado em ambiente telado, com 50% de interceptação luminosa, no Viveiro Florestal da UAEF/UFCG. Os tratamentos foram distribuídos em delineamento inteiramente casualizado (DIC), constando de um fatorial 4 x 4, sendo quatro níveis de potássio (K) (0, 50,100 e 150 mg dm-3 K) e quatro turnos de rega (ID - irrigação diária (controle) e a cada 5 (5D), 10 (10D) e 15 dias (15D)), com cinco repetições e duas plantas por unidade amostral, totalizando 160 plantas. Foram avaliados a Taxa de crescimento absoluto (TCA), altura das plantas, diâmetro do caule, razão altura/diâmetro (RAD), massa seca das plantas e Índice de Qualidade de Dickson (IQD). Com exceção das variáveis RAD e IQD, que não foram afetadas pelos tratamentos impostos, as demais variáveis sofreram efeito significativo do turno de rega, sem apresentar efeito significativo para a adubação potássica. Aumento no turno de rega afetou negativamente o crescimento e a produção de massa seca das plantas. A adubação potássica não atenuou os efeitos negativos dos turnos de rega sobre o crescimento e a produção de massa seca das mudas de M. rigida. A qualidade de mudas não foi afetada pelos fatores adubação potássica e turno de rega.
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