Vigor de sementes em milho e a sua resposta sobre condições de estresse salino

Autores

  • Ânderson Scalvi Sommer Universidade do Estado de Santa Catarina – Centro de Ciências Agroveterinárias/UDESC-CAV
  • Cileide Maria Medeiros Coelho Universidade do Estado de Santa Catarina – Centro de Ciências Agroveterinárias/UDESC-CAV/ Brasil.
  • Matheus Santin Padilha Universidade do Estado de Santa Catarina – Centro de Ciências Agroveterinárias/UDESC-CAV
  • Cristiane Carlesso Universidade do Estado de Santa Catarina image/svg+xml

Palavras-chave:

estresse iônico, estresse osmótico, qualidade fisiológica, fisiologia do estresse

Resumo

O estande de plântulas é primordial para o rendimento da cultura do milho. O estresse salino é considerado um dos estresses abióticos de maior severidade, sendo que o milho é afetado por esse estresse mundialmente. Dessa forma, o objetivo do trabalho foi determinar a importância do uso de sementes de milho com alto vigor para a superação do estresse salino durante a germinação e formação de plântulas. Quatro híbridos foram utilizados, sendo quatro lotes com alto vigor e quatro lotes com baixo vigor e, submetidos a cinco níveis de salinidade (0, 50, 100, 150 e 200 mmol L-1 de NaCl). Foram avaliadas a germinação, plântulas anormais, comprimento da parte aérea, sistema radicular e total da plântula e suas respectivas massas secas, número de raízes e taxa de mobilização das reservas da semente. Todos os parâmetros avaliados apresentaram redução com o aumento do nível do estrese e, as plântulas originadas por sementes de alto vigor apresentaram melhor desempenho fisiológico. O estresse salino interfere negativamente no desempenho das sementes independente da sua qualidade fisiológica e; sementes de alto vigor proporcionam maior capacidade de superação das condições de estresse salino.

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Publicado

2025-02-11

Edição

Seção

Artigos Científicos